Eu resolvi tirar um tempinho e separei alguns exemplos de negócios que estão passando pela crise junto com nós. São *ações muito bacanas de outras empresas que estão ajudando pessoas*. Algumas gigantes, algumas mais próximas, mas todos estão encontrando formas de colaborar dentro das suas possibilidades. Isso é o mais importante.

Na china, um número crescente de e-commerces e empresas de mídia e tecnologia incluindo a gigante *Alibaba*, tem mostrado muito apoio. O grupo de luxo *LVMH* (fusão resultante dos grupos *Moët et Chandon, Hennessy e posteriormente Louis Vuitton*)  doou US$2.3 milhões para a Cruz Vermelha Chinesa e o grupo de beleza *L’Oreal* prometeu US$720,000 para ajudar a combater o virus.

Mas o da sua empresa não precisa ser tão extremo. Apesar disso, doar ou oferecer seus serviços e produtos como forma de ajudar nesta época é sempre bem vindo. Outras empresas fizeram mudanças e fugiram totalmente do seu core business, mas fizeram o que estava ao seu alcance.

A Anheuser-Busch (cervejaria americana do Grupo InBev) anunciou que começariam a produzir alcool gel, e vai trabalhar junto com a Cruz Vermelha Americana para entregar a comunidades necessitadas. Outras empresas fizeram o mesmo. O grupo LVMH vai adaptar a sua linha de produção de perfumes de luxo para produção de alcool gel, além de produzir máscaras. Além da Louis Vuitton, marcas como Prada, Dior e Gucci também estão participando da ação. Juntas, prometeram produzir milhões de máscaras, primeiramente nas regiões de  alto risco na França e Itália. Até mesmo H&M e Zara iniciaram a dar os passos para pivotar (Se não sabe o que é “pivotar negócio”, pergunta aqui nos comentários que eu explico) e iniciar a produção de materiais de saúde e segurança.

Essas marcas se destacam por conta das grandes iniciativas, mas ações simples podem fazer a diferença. No reino Unido, a Lush Cosméticos começou a convidar pessoas a ir às suas lojas para lavar as mãos. Na India, empresas como a Lifebuoy mudou a sua comunicação para incentivar práticas de boa higiene, mesmo que as vezes favoreça competidores. A Amazon está ativamente trabalhando para eliminar ações abusivas de preço e vendas. São ações pequenas e criativas que estão ajudando muitas pessoas, além de ajudar a fortalecer marcas, tornando mais atrativas para o consumidor.

Será que essas ações estão fora do nosso alcance? A Louis Vuitton postou mensagens sinceras para consumidores chineses em redes sociais como WeChat e Weibo dizendo:

“Toda jornada pausada vai, mais cedo ou mais tarde, recomeçar. A Louis Vuitton espera que você, sua família e amigos fiquem em segurança e saudáveis.”

Uma mensagem não custa nada e impacta muito positivamente nos seus clientes.

Muitas ações bacanas estão acontecendo perto de nós, pessoas e negócios que estão se engajando e se ajudando. Há um tempo criamos um grupo de apoio para pequenos negócios e ouvimos relatos de empresas ajudando os seus clientes, se adaptando e foi muito legal ver isso no nosso meio. Se quiser entrar no grupo pode comentar aqui ou entrar em contato pelo atendimento.

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Há um tempo eu li uma frase que achei muito interessante e me inspirou bastante. Vou traduzir na íntegra:

“A história dá evidência de que marcas podem crescer em tempos de angústia. Existem alguns exemplos que resistiram na Grande Recessão, onde marcas como Netflix, Lego, Amazon e Domino’s corajosamente expandiram seus horizontes com investimento/inovação, [melhor] atendimento ao cliente, modelagem de preço alternativos e transparência na comunicação. Enquanto muitos competidores, ou pararam de se comunicar ou seguraram seus antigos modelos de negócio, estas marcas levaram os consumidores na direção certa e entregaram valor num contexto de fluidez e mudança de comportamento.”

E você, como se adaptou ou está se adaptando? Vamos dividir experiências, deixa um comentário 🙂

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